editoriais

Abril de 2012

A edição de abril de 2012 da Questão de Crítica traz textos de espetáculos teatrais do Rio de Janeiro, de São Paulo, e de uma performance realizada na cidade do Porto, em Portugal.

Na seção de críticas, Daniel Schenker escreve sobre a montagem de Equus, de Peter Shaffer, dirigida por Alexandre Reinecke, produção paulista apresentada recentemente no Festival de Curitiba.

Dinah Cesare escreve sobre Cartas de amor Electropoprockoperamusical, que teve sua estreia em 2010, dirigida por Flávio Graff e co-dirigida por Emílio de Mello e agora retorna na Caixa Cultural; sobre Ô Lili, da Cia Marginal, com direção de Isabel Penoni, que está em cartaz na sede da Companhia dos Atores; e sobre Cowboy, peça de Daniela Pereira de Carvalho dirigida por Henrique Tavares, com Saulo Rodrigues e Susana Ribeiro, em cartaz no Oi Futuro Flamengo.

João Cícero escreve sobre Sinfonia Sonho, peça do Teatro Inominável, dirigida por Diogo Liberano, criada no curso de Direção Teatral da UFRJ em curta tmeporada no Espaço Cultural Sérgio Porto. Juliana Pinho escreve sobre a performance Espasmos caninos, de Tales Frey, que foi apresentada no Espaço de Intervenção Cultural Maus Hábitos – em âmbito do evento Tômbola Show – na cidade do Porto em março deste ano.

A quatro mãos, Mariana Barcelos e Dinah Cesare escrevem (em breve) sobre a peça A primeira vista, de Daniel MacIvor, com Mariana Lima e Drica Moraes, direção de Enrique Diaz. A peça está em cartaz no Teatro Poeria.

Na seção de conversas, Dinah Cesare conversa com Adriana Schneider sobre a formação do Grupo Pedras de Teatro, na ocasião da comemoração de 10 anos do grupo, que está apresentando seu repertório no Rio, no Teatro Gláucio Gill e em diversas Lonas Culturais, e em São Paulo.

Conheça a TV Questão de Crítica, nosso canal no Vimeo, e assista palestras e debates organizados pela Questão de Crítica: http://vimeo.com/questaodecritica


Março de 2012

No mês de março de 2012, a Questão de Crítica comemora 4 anos de atividades no Rio de Janeiro com duas ações complementares.

Realizamos, no dia 6 deste mês, o 1º Prêmio Questão de Crítica, no Teatro Gláucio Gill, como parte das atividades da Ocupação Complexo Duplo. A premiação contemplou artistas e espetáculos que estiveram em cartaz na cidade em 2011, independentemente do número de apresentações que a peça cumpriu ou da cidade em que foi produzida. O resultado da premiação pode ser conhecido no blog do Prêmio: http://questaodecritica.com.br/premioqdc/

Nesta mesma festa, lançamos a nossa primeira edição impressa, uma edição comemorativa, com textos sobre os espetáculos indicados ao Prêmio. O livro pode ser adquirido no site da Editora Multifoco: http://www.editoramultifoco.com.br/literatura-loja-detalhe.php?idLivro&idProduto=781

A edição de março conta com textos sobre espetáculos do Rio, de Curitiba, de Belo Horizonte e de São Paulo, além de contar com uma crítica de teatro escrita por um crítico de cinema – fato raro no cenário teatral carioca.

Na seção de estudos, Eduardo de Araújo Teixeira escreve sobre Lamartine Babo, espetáculo de Antunes Filho e Emerson Danesi, que fez temporada na capital paulista e esteve brevemente no Rio de Janeiro no Teatro Nelson Rodrigues. Na seção de críticas, Pedro Allonso também escreve sobre uma peça de um grupo paulista, Música para cortar os pulsos, de Rafael Gomes, da Empório de Teatro Sortido.

Publicamos textos sobre espetáculos que estiveram no Rio na programação do Mambembão 2012, evento realizado pela FUNARTE. Luciana Romagnolli escreve sobre a nova criação da Companhia Brasileira de Teatro, de Curitiba: Isso te interessa?. Daniel Schenker escreve sobre outra peça curitibana, Árvores abatidas ou Para Luís Mello, monólogo de Rosana Stavis com texto adaptado de Thomas Bernhardt pelo diretor Marcos Damaceno. Humberto Giancristofaro escreve sobre Outro lado, do grupo mineiro Quatroloscinco – Teatro do Comum.

Do Rio de Janeiro, Mariana Barcelos faz a crítica de O bom canário, de Zacharias Helm, que esteve em cartaz no Teatro Poeira com Flavia Zillo e Joelson Medeiros. Cezar Migliorin, crítico de cinema, escreve sobre Adeus à carne, de Michel Melamed, em cartaz no Teatro SESC Ginástico. Dâmaris Grün escreve sobre Dorian, da Companhia de Teatro Íntimo, em cartaz atualmente no Teatro Gláucio Gill, com direção de Renato Farias.

Dorian foi o tema do Encontro Pensamento de março, ciclo de debates que tem curadoria de Dâmaris Grün e Humberto Giancristofaro, e que contou com a presença de Masé Lemos, Doutora em Letras pela Sorbonne-Paris 3 e atualmente é professora de Teoria da Literatura na UERJ e Tiago Leite, Mestre em Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e doutorando em Literatura Brasileira pela mesma universidade, e do diretor do espetáculo para uma conversa com o público e os integrantes do grupo. O vídeo do debate pode ser assistido em breve na TV Questão de Crítica, nosso canal no Vimeo.


Fevereiro de 2012

A edição de fevereiro de 2012 traz críticas de peças que estão em cartaz atualmente no Rio de Janeiro e de outras peças, que já não estão mais em cartaz na cidade.

Das peças em cartaz no mês de fevereiro, publicamos crítica de Dinah Cesare para Criados em cativeiro, texto de Nicky Silver dirigido por Jefferson Miranda, em cartaz no Oi Futuro; e para Breu (em breve), peça de Pedro Brício com direção de Maria Silvia Siqueira Campos e Miwa Yanagizawa, que está no CCBB até o início de março.

Daniel Schenker escreve sobre Música para cortar os pulsos, da Cia Empório de Teatro Sortido, de São Paulo, que tem texto e direção de Rafael Gomes, que fez curta temporada no SESC e em abril volta ao Rio para uma segunda temporada.

Humberto Giancristofaro escreve sobre Duplo Crimp, montagem que une os textos O campo e A cidade, de Martin Crimp, com direção de Felipe Vidal, em cartaz na programação da Ocupação Complexo Duplo do Teatro Gláucio Gill. Na TV Questão de Crítica, nosso canal no Vimeo, disponibilizamos o vídeo da conversa sobre o Duplo Crimp, realizada no ciclo de debates Encontro Pensamento.

A seção de críticas também conta com textos sobre peças de 2011, que não estão mais em cartaz. Isso se deve ao fato de que estamos publicando textos sobre peças que estão indicadas ao 1º Prêmio Questão de Crítica. Outside, um musical noir, texto de Pedro Kosovski encenado por Marco André Nunes com Aquela Companhia, tem crítica de Daniele Avila Small; Penso ver o que escuto, criação da Cia Bufomecânica sobre textos de Shakespeare, é analisado por Raphael Cassou; e a montagem de Gilberto Gawronski e Warley Goulart para Ato de comunhão, de Lautaro Vilo, recebe crítica de Dinah Cesare.

Na seção de conversas, Luciana Romagnolli entrevista Antonio Araújo sobre o livro A gênese da Vertigem e sobre a trajetória do Teatro da Vertigem. Dinah Cesare e Pedro Allonso conversam com a atriz Carolina Virgüez (em breve) sobre o seu processo de criação na peça Susuné – contos de mulheres negras e em outros trabalhos recentes, como Penso ver o que escuto e Ingrid.

Neste mês de fevereiro, comemoramos o edital de Mídia Digital da Secretaria Estadual de Cultura, que contemplou a Questão de Crítica com o projeto de manutenção e ampliação da revista pelo período de seis meses. No mês que vem, publicaremos nossa primeira edição impressa, com textos sobre as peças indicadas ao 1º Prêmio Questão de Crítica, que será realizado em março, quando a revista completa 4 anos de atividades.


Janeiro de 2012

Na seção de críticas, a edição de janeiro traz críticas de peças que estrearam esse mês no Rio de Janeiro e outras que estão em cartaz desde o ano passado. Daniel Schenker escreve sobre a peça A propósito de Senhorita Julia, adaptação de Walter Lima Jr e José Almino para o texto de Strindberg, com Alessandra Negrini, Armando Babaioff e Dani Ornellas. Dinah Cesare faz a crítica de Meu avesso é mais visível que um poste, de Emanuel Aragão, da Cia das Inutilezas, que faz temporada durante o mês de janeiro no SESC. Ainda das estreias de janeiro, Pedro Allonso escreve sobre A mecânica das borboletas, texto recente de Walter Daguerre encenado por Paulo de Moraes no CCBB, com Eriberto Leão, Ana Kutner, Otto Jr e Suzana Faini.

Da temporada de 2011, três peças têm crítica nesta edição. Você precisa saber de mim, espetáculo dirigido por Jefferson Miranda com Luiza Mariani, Alexandre Nero e Gisele Fróes, que ficou em cartaz no galpão do Teatro Tom Jobim, tem crítica de Mariana Barcelos. O filho eterno, monólogo de Charles Frick com texto de Cristóvão Tezza, que está em cartaz há quase um ano nos palcos cariocas recebe crítica a quatro mãos de Dâmaris Grün e Pedro Allonso. A peça Feito pra acabar, criada no contexto do Curso de Direção Teatral da UFRJ por Vanessa Silveira e Ricardo Libertini, fez parte da 11ª Mostra de Teatro da UFRJ. A peça, que foi desenvolvida numa pesquisa de teatro documentário, contou com a participação de Laura Becker e Daniel Gnattali, e tem crítica de Dâmaris Grün.

Na seção de traduções, Paulo Aureliano da Mata publica mais uma tradução de uma peça curta de Carolina Balbi: Água-viva. Ele já tinha traduzido a peça curta Luz interior, publicada na edição de janeiro de 2011. Na seção de estudos, Lúcio Emílio do Espírito Santo Júnior escreve sobre o teatro recente de Gerald Thomas, no artigo intitulado Entre Gargantas e Gárgulas: o teatro não-dramatúrgico de Gerald Thomas (em breve).

No dia 31 de janeiro, realizaremos no Teatro Gláucio Gill mais uma edição do Encontro Pensamento, que agora conta com a parceria do programa Vivo EnCena. Com curadoria de Humberto Giancristofaro e Dâmaris Grün, o debate deste mês será sobre o Duplo Crimp, montagem que reúne dois textos do dramaturgo contemporâneo Martin Crimp: O campo e A cidade. Participarão do debate Marcelo Rangel e Marta Brito. Informações no blog da Ocupação Complexo Duplo: complexoduplotgg.wordpress.com.

Na TV-Questão de Crítica, estão disponíveis em versão integral e em alta resolução os debates do 1º Encontro Questão de Crítica. Visite nosso canal no Vimeo: http://vimeo.com/questaodecritica.

Já divulgamos os indicados de 2011 para a primeira edição do Prêmio Questão de Crítica:
http://questaodecritica.com.br/premioqdc/ Visite!


Dezembro de 2011

A edição do mês de dezembro tem textos produzidos no Brasil e em Portugal.

Na seção de críticas, Mariana Barcelos escreve sobre Mulheres sonharam cavalos, texto de Daniel Veronese encenado por Ivan Sugahara atualmente em cartaz no Teatro Poeirinha. Daniel Schenker faz a crítica da peça Baseado na rua de trás, da Outra Companhia, texto de Mateus Tiburi com direção de Gustavo Damasceno que estreou no Solar de Botafogo e fez sua segunda temporada no Teatro Gláucio Gill, na programação da Ocupação Complexo Duplo.

Dinah Cesare escreve sobre Estamira – Beira do mundo, trabalho solo de Dani Barros, com direção de Beatriz Sayad, que fez temporada no porão da Casa de Cultura Laura Alvim. Outro solo é analisado nesta edição: Susuné – contos de mulheres negras tem crítica de Pedro Allonso. Com Carolina Virgüez, a peça tem direção de Antônio Karnewale, esteve em cartaz no Teatro Poeira e fará sua segunda temporada no Centro Cultural da Justiça Federal.

De Portugal, Tales Frey escreve sobre a performance Lap Dance, de Tania Dinis, realizada no Espaço de Intervenção Cultural Maus Hábitos, na cidade do Porto. A segunda colaboração portuguesa desta edição está na seção de estudos: Ana Bigotte Vieira tece considerações sobre a experiência do Musée de La dance: Expo Zero, que se deu na St. Patrick’s Old Cathedral School, no contexto do festival Performa 11, em Nova York.

Ainda na seção de estudos, publicamos o artigo de Felipe Ribeiro sobre crítica e interdisciplinaridade, produzido por ocasião de sua participação no debate sobre este tema no 1º Encontro Questão de Crítica, realizado em novembro deste ano. Confira na TV Questão de Crítica, nosso canal no Vimeo, os vídeos dos debates do 1º Encontro Questão de Crítica em alta resolução: http://vimeo.com/questaodecritica.

TV Questão de Crítica


Novembro de 2011

O mês de novembro de 2011 ficou marcado pela realização do 1º Encontro Questão de Crítica, que aconteceu entre os dias 12 e 17 de novembro no Galpão Gamboa, na programação do Gamboavista, com o patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura. O evento reuniu diversos profissionais das Artes Cênicas em debates sobre a crítica de teatro sob diferentes perspectivas. A palestra de abertura, que ficou a cargo de Fátima Saadi, foi uma homenagem ao crítico de teatro Yan Michalski, que, além de estar disponível na íntegra na TV Questão de Crítica, deu origem ao texto publicado na seção de estudos nesta edição de novembro, intitulado Memórias de Yan.

Esta mesma seção traz ainda dois textos: A questão da teatralidade em Sul concetto di volto nel figlio di Dio, estudo de Andrea Stelzer sobre a nova criação de Romeo Castellucci, da Socìetas Raffaello Sanzio; e um artigo de Patrícia Furtado de Mendonça sobre a atuação do Odin Teatret no Brasil, através de workshops e do relançamento do dicionário de antropologia teatral.

A seção de críticas da edição de novembro da Questão de Crítica traz uma série de textos sobre espetáculos que estiveram em cartaz no Rio de Janeiro deste mês – de produções cariocas, uma peça de São Paulo e uma criação francesa.

Patrick Pessoa, em sua primeira colaboração com a Questão de Crítica, escreve sobre a peça Ana e o Tenente, de Rafael Camargo, que tem direção de Joelson Medeiros e está em cartaz no Teatro do Jockey. Dâmaris Grün escreve sobre Caco – possível produção de memória para o espaço da casa, espetáculo da Realizadora Miúda, com direção de Caio Riscado, que criou a peça na ocasião da sua formatura no curso de Direção Teatral da UFRJ.

Pedro Allonso escreve sobre dois espetáculos que já concluíram suas primeiras temporadas, mas vão continuar em cartaz: Fragmentos, que tem direção e dramaturgia de João Paulo Cuenca e Fernanda Félix, esteve em cartaz no Oi Futuro e seguirá em cartaz no Teatro Dulcina; e Julia, encenada por Christianne Jatahy, com Julia Bernat e Rodrigo dos Santos, que estreou no SESC e fará uma segunda temporada no primeiro semestre de 2012 no Sérgio Porto.

Daniel Schenker também escreve sobre duas peças: O jardim, da Cia Hiato, de São Paulo, que fez curta temporada no Rio no Centro Cultural da Caixa; e Os náufragos do Louca Esperança, espetáculo criado pelo Théâtre du Soleil, da diretora Ariane Mnouchkine, que montou a estrutura da Cartoucherie no HSBC Arena.

O mês de novembro conta ainda com o lançamento de Persona non grata, livro de contos do nosso sócio-colaborador, Humberto Giancristofaro, cujo lançamento será realizado na programação da Ocupação Complexo Duplo do Teatro Gláucio Gill no dia 30 de novembro a partir das 20h.


Outubro de 2011

A edição de outubro da Questão de Crítica traz, na seção de críticas, o texto de Daniel Schenker sobre a peça Luis Antônio-Gabriela, de Nelson Baskerville, que esteve em cartaz no Rio no Tempo Festival. Do XVIII Festival Nacional de Teatro de Presidente Prudente, cidade do interior do Estado de São Paulo, Igor de Almeida Silva apresenta uma seleção de cinco críticas. Neste recorte, alguns dos espetáculos mais significativos das mostras de teatro adulto e de rua: Das saborosas aventuras de Dom Quixote de La Mancha e seu fiel escudeiro Sancho Pança, direção de André Carreira, pelo Grupo Teatro que Roda, de Goiânia; Um dia ouvi a lua, de Luís Alberto Abreu, direção de Eduardo Moreira, pela Cia. Teatro da Cidade, de São José dos Campos-SP; Este lado para cima – isto é e não é um espetáculo, direção de Fábio Resende e Ademir de Almeida, pela Brava Companhia, de São Paulo; Até que a morte nos separe, baseado nos contos de A vida como ela é, de Nelson Rodrigues, com direção de Denilson Biguete, pela Mênades & Sátiros Cia. de Teatro, de Presidente Prudente, e 2º D. Pedro 2º, texto de Carlos Canhameiro, provocação cênica de Fernando Villar, pela Cia. Les Commediens Tropicales, de São Paulo.

A seção de processos traz um artigo de Janaina Leite, integrante do Grupo XIX de Teatro, de São Paulo, sobre o conceito de teatro documentário e a criação da peça Festa de separação: um documentário cênico, criada em parceira com Fepa. Neste mês, Janaina Leite está no Rio para ministrar oficina sobre teatro documentário no SESC.

Estendendo o olhar até Portugal, na seção de conversas, Ana Bigotte Vieira e o ator e encenador Gonçalo Waddington falam sobre O judeu, montagem do grupo Dood Paard a partir da peça de Christopher Marlowe, O judeu de Malta. O espetáculo, apresentado no Festival de Almada 2011, é uma co-produção do Teatro Maria Matos, de Lisboa, com o coletivo Mundo Perfeito.

Na TV Questão de Crítica, nosso canal no Vimeo, em breve veicularemos o vídeo em que Dâmaris Grün, Pedro Allonso e Raphael Cassou conversam com o ator Marcelo Olinto sobre a montagem da peça de Brecht, Na selva das cidades, dirigida por Aderbal Freire-Filho, que esteve em cartaz no CCBB do Rio. Também veicularemos o vídeo do Encontro Pensamento de outubro, debate realizado na Ocupação Complexo Duplo do Teatro Gláucio Gill sobre a peça Un camino solo, de Walter Daguerre. O Encontro Pensamento é uma parceria da Questão de Crítica com o Complexo Duplo e tem curadoria de Dâmaris Grün e Humberto Giancristofaro.

Em novembro, vamos fazer o 1º Encontro Questão de Crítica: de 12 a 17 de novembro no Galpão Gamboa, com patrocínio da Secretaria Municipal de Cultura. Uma das principais atividades do evento é a Oficina de Crítica de Teatro, que será realizada em dois módulos: o primeiro será ministrado por Luciana Romagnolli e o segundo por Valmir Santos. O primeiro módulo vai acontecer de 14 a 17 de novembro das 15h às 18h. Os interessados devem enviar e-mail para contato@questaodecritica.com.br com um breve currículo. A programação completa está  no blog do evento: http://www.questaodecritica.com.br/encontro/.


Setembro de 2011

Na edição de setembro de 2011, publicamos críticas de peças do Rio de Janeiro e de São Paulo, além de estendermos o olhar para o Porto Alegre em Cena.

Da produção paulista, Humberto Giancristofaro faz Crítica de Ópera dos vivos, que fez temporada no CCBB do Rio do ano passado mas agora está em cartaz em São Paulo, e Dâmaris Grün escreve sobre Inverno da luz vermelha, peça de Adma Rapp encenada por Monique Gardenberg, que faz sua segunda temporada no Rio no Teatro Fashion Mall. Daniel Schenker escreve sobre o espetáculo de Bob Wilson, em que o encenador está em cena em A última gravação de Krapp, de Samuel Beckett, assistida no Porto Alegre em Cena.

Com relação à produção carioca, reunimos críticas de montagens de textos inéditos de autores nacionais. Pedro Allonso escreve sobre Trabalhos de amores quase perdidos, de Pedro Brício, encenado pelo autor, que fez temporada no Espaço Cultural Sérgio Porto e está em cartaz no Teatro Gláucio Gill. Raphael Cassou escreve sobre Senhora Solidão, escrito e dirigido por Leandro Muniz, em cartaz no Teatro Maria Clara Machado. Mariana Barcelos faz a crítica de Inbox, texto de Gregório Duvivier e Clarice Falcão em montagem dirigida por Bel Garcia em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal.

Para além desse circuito, Dinah Cesare escreve sobre Teatro dos ouvidos, performance de Angela Leita Lopes sobre o texto de Valère Novarina, com direção de Antonio Guedes, realizada na galeria do Sérgio Porto.

Aproveitamos a ocasião para recomendar a visita ao site do projeto @dramaturgia, antologia de novas escritas cênicas, que disponibiliza peças e outros textos de diversos autores da atualidade no Brasil: http://www.novasdramaturgias.com/


Agosto de 2011

No mês de agosto de 2011 divulgamos as indicações do primeiro semestre deste ano à primeira edição do Prêmio Questão de Crítica. As indicações podem ser conhecidas no blog do Prêmio, http://premioqdc.wordpress.com/, que em breve terá outras funcionalidades e informações sobre a premiação – que vai acontecer em março de 2012, no aniversário de 4 anos da revista.

Agosto também traz o lançamento do primeiro livro do Selo Questão de Crítica, Corpo sem órgãos, de Humberto Giancristofaro, lançado pela Editora Multifoco: http://www.editoramultifoco.com.br/literatura-loja-detalhe.php?idLivro=539&idProduto=557

Na edição de agosto de 2011, procuramos dar atenção a algumas peças de fora do Rio de Janeiro, embora não tenhamos deixado de lançar um olhar sobre a produção carioca.

Daniel Schenker escreve sobre duas peças: Viver sem tempos mortos, monólogo de Fernanda Montenegro, com texto adaptado dos escritos de Simone de Beauvoir e direção de Felipe Hirsch, que fez parte da programação de reinauguração do Teatro Dulcina; e Contos de sedução, espetáculo do Grupo Tapa que fez curta temporada no Rio, no Centro Cultural da Caixa.

Humberto Giancristofaro acompanhou o II Festival de Teatro de Itajaí e escreve sobre três peças da programação: É só uma formalidade do Quatroloscinco Teatro do Comum, de Belo Horizonte, que já havia sido analisada na Questão de Crítica por Luciana Romagnolli; Circo do só eu, de Ésio Magalhães, produção do Barracão de Teatro de Campinas; e Meire Love – uma tragédia lúdica, do Grupo Bagaceira de Teatro, de Fortaleza, com direção de Suzy Élida Lins e Yuri Yamamoto.

Do Rio, Dinah Cesare faz a crítica de O idiota – Primeiro dia, adaptação de Oscar Saraiva do livro de Dostoiévski, dirigida por Fábio Ferreira em cartaz no Parque das Ruínas. Do Porto, em Portugal, Paulo Aureliano da Mata escreve sobre o espetáculo The Life and Death of Marina Abramović de Robert Wilson.


Julho de 2011

A edição do mês de julho de 2011 está concentrada na seção de críticas.

Neste mês, Mariana Barcelos escreve sobre a peça Depois do filme, que tem texto, direção e atuação de Aderbal Freire-Filho e inaugura o Poeirinha, sala nova do Teatro Poeira. Pedro Allonso escreve sobre a montagem de As regras da arte de bem viver na sociedade moderna, do dramaturgo francês Jean-Luc Lagarce, monólogo com Lorena da Silva e direção de Miguel Vellinho que esteve em cartaz ao longo de julho.

Damaris Grün escreve sobre Havana Café, montagem que a Cia Ensaio Aberto escolheu para comemorar seus 18 anos no galpão que o grupo agora ocupa na Praça Mauá. Humberto Giancristofaro escreve sobre Outros tempos, peça de Harold Pinter traduzida e dirigida por Pedro Freire, que cumpriu temporada no SESC. Ainda sobre a temporada carioca, Raphael Cassou escreve sobre O gato branco, texto de Jô Bilac dirigido por João Fonseca, que estreou no Espaço Cultural Sérgio Porto e agora está em cartaz no Teatro do Leblon.

Daniel Schenker escreve sobre as peças Los Hijos se han Dormido e Un Tranvía Llamado Deseo, ambas dirigidas por Daniel Veronese e assistidas em Buenos Aires – a primeira a partir de A gaivota, de Tchekhov, e a segunda, de Um bonde chamado desejo de Tennessee Williams.

Também publicamos um texto sobre uma peça criada em São Paulo, que está em cartaz no galpão do Teatro Tom Jobim, O idiota – uma novela teatral, da Mundana Companhia. Além da crítica de Daniele Avila, publicamos também, na TV Questão de Crítica, uma conversa com o grupo, realizado por Daniela Amorim, com filmagem e edição de Laura Magalhães e Humberto Giancristofaro.

Com esta edição, a Questão de Crítica completa mais de 300 textos publicados em mais de três anos de atividades.

No mês de julho se inicia a ocupação Complexo Duplo do Teatro Gláucio Gill, que tem direção artística de Felipe Vidal, colaborador da Questão de Crítica, e de Daniele Avila, editora da revista. A partir de agosto, começa o ciclo de debates Encontro Pensamento, que vai reunir artistas, críticos e o público do Rio para conversar sobre as peças em cartaz no Gláucio Gill. A curadoria do evento é dos críticos Dâmaris Grün e Humberto Giancristofaro.


Junho de 2011

O mês de junho de 2011 traz críticas de peças criadas em três diferentes cidades do Brasil – Rio de Janeiro, Campinas e Natal – além de um artigo sobre uma peça criada em Lisboa, Portugal.

Do Rio de Janeiro, Humberto Giancristofaro escreve sobre Astronautas, de Maria Borba, em cartaz no Parque das Ruínas, e Dinah Cesare escreve sobre Retorno ao deserto, de Bernard-Marie Koltès com direção de Moacir Chaves, em cartaz na Casa de Cultura Laura Alvim. As duas peças ficam em cartaz até o final de julho.

Publicamos também a crítica de Daniele Avila para o infantil A mulher que matou os peixes… e outros bichos, em curta temporada no teatro Nelson Rodrigues. Ainda na seção de críticas, Daniel Schenker escreve sobre duas peças que estiveram no FILO – Festival Internacional de Londrina: Sua Incelença, Ricardo III, do grupo Clowns de Shakespeare, de Natal, e O que seria de nós sem as coisas que não existem, do Lume, de Campinas.

Na seção de estudos, Ana Bigotte Vieira, de Lisboa, escreve sobre a peça Velocidade Máxima, de John Romão, analisando, através das ideias em jogo no espetáculo, a situação das políticas públicas relacionadas à cultura em Portugal.

Na seção de conversas, Luciana Romagnolli e Fernando Mencarelli, coordenador artístico do ECUM, falam sobre um assunto determinante para as artes cênicas, a formação de artistas e técnicos na atualidade.

A seção de traduções traz o primeiro texto em espanhol publicado na Questão de Crítica. A atriz Carolina Virgüez traduziu a crítica de Daniele Avila para a peça Mi vida después, de Lola Arias, que foi publicada, em português, na edição de outubro de 2010.


Maio de 2011

A edição de maio de 2011 da Questão de Crítica está concentrada na seção de críticas. Além da conversa, realizada por Humberto Giancristofaro, com o grupo Foguetes Maravilha – que está com seu repertório em cartaz no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto até o fim do mês – todos os outros textos são sobre espetáculos em cartaz na cidade do Rio de Janeiro. Três destes espetáculos são produções de outras cidades.

Memória da cana, que tem crítica de Daniele Avila, é um espetáculo da companhia paulistana Os Fofos Encenam com direção e adaptação de Newton Moreno. A partir do texto de Álbum de família, de Nelson Rodrigues, o grupo situa a peça numa casa de engenho pernambucana e fica em cartaz no CCBB até 5 de junho. Também de São Paulo, a peça Hell, que é analisada por Daniel Schenker, está em cartaz no Teatro dos Quatro, no Shopping da Gávea até final de julho. Trata-se de uma montagem do livro Hell Paris 75016, de Lolita Pille, dirigida por Hector Babenco. Oxigênio, que tem crítica de Humberto Giancristofaro, é uma montagem da Companhia Brasileira de Teatro, de Curitiba, do autor russo Ivan Viripaev, com direção de Marcio Abreu. A peça fica em cartaz até 29 de maio na Sala Multiuso do SESC. Continuação »


Abril de 2011

Neste mês de abril, a Questão de Crítica traz textos sobre algumas peças do Rio, espetáculos de outras cidades e até de outros países. A história do homem que ouve Mozart e da moça do lado que escuta o homem, dirigida por Luiz Antônio Rocha, que permanece em cartaz até o início de maio no SESC Tijuca, é analisada por Humberto Giancristofaro. O programa duplo Cozinha e dependências / Um dia como os outros, de Agnés Jaoui e Jean-Pierre Bacri com direção de Bianca Byington e Leonardo Netto, em cartaz no Teatro Poeira, recebe crítica de Daniel Schenker. Ainda na seção de críticas, Pedro Allonso escreve sobre o espetáculo O barril, com Ângela Dip e direção de Vivien Buckup, em cartaz no Teatro das Artes. Continuação »


Março de 2011

Neste mês de março de 2011 a Questão de Crítica completa três anos de atividades. Para comemorar, lançamos a primeira edição do Prêmio Questão de Crítica, que vai contemplar espetáculos em cartaz no Rio de Janeiro durante o ano de 2011. A comissão julgadora é formada pelos colaboradores da revista no Rio: Dâmaris Grün, Daniel Schenker, Daniele Avila, Dinah Cesare, Humberto Giancristofaro, Raphael Cassou e Pedro Allonso, além de contar com Daniela Amorim, diretora artística do Projeto Entre (junto com Joelson Gusson), que ocupa atualmente o Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto.

A edição de março traz, na seção de críticas, um texto de Daniel Schenker sobre Vieux Carré, montagem do Wooster Group para o texto de Tennesse Williams, que Daniel assistiu em Nova York. Raphael Cassou escreve sobre Os Catecismos segundo Carlos Zéfiro, espetáculo atualmente em cartaz no CCBB-RJ, escrito e dirigido por Paulo Biscaia Filho (da Cia. Vigor Mortis), que, por sua vez, escreve sobre o processo de criação da peça, em artigo intitulado Um divisor de lodos.

Na seção de traduções, publicamos a peça Ao telefone, de André de Lorde, dramaturgo da Escola do Grand Guignol. A tradução é de Raphael Cassou, que atualmente se dedica ao estudo do Grand Guignol , em virtude da sua pesquisa sobre o trabalho da Cia Vigor Mortis, que dialoga bastante com este gênero teatral.

Na seção de estudos, Patrick Sampaio, do Brecha Coletivo, escreve sobre a polêmica em torno da aprovação pela Lei Rouanet do blog O mundo precisa de poesia, de Maria Bethânia, bem como sobre algumas questões relacionadas às políticas públicas e ao sistema de financiamento colaborativo, o crowdfunding, assunto que ganha cada vez mais espaço nas discussões sobre alternativas de produção cultural.


Fevereiro de 2011

A edição de fevereiro de 2011 traz, na seção de críticas, textos sobre alguns espetáculos de grupos do Rio de Janeiro e sobre uma peça de um grupo paulista em cartaz na cidade. Na seção de estudos, são analisados espetáculos criados em outros países, como Chile, Estados Unidos e Alemanha, apresentados no festival Under the Radar, de Nova York.

Mariana Barcelos escreve sobre Adélia, espetáculo da Cia. Teatro Íntimo criado a partir dos escritos de Adélia Prado, atualmente em cartaz no Espaço II do Solar de Botafogo. Dâmaris Grün escreve sobre a peça que inaugura as atividades da Alfândega 88 Cia. de Teatro, dirigida por Moacir Chaves: Labirinto, que reúne três textos de Qorpo Santo. Labirinto está em cartaz no SESC Copacabana. Continuação »


Janeiro de 2011

Depois de um breve intervalo no mês de dezembro do ano passado, a edição de janeiro de 2011 da Questão de Crítica inicia os trabalhos deste terceiro ano de atividades com análises de espetáculos que estrearam em 2010 e que continuam em 2011.

A seção de críticas traz um texto de Luciana Romagnolli sobre a criação mais recente da Companhia Brasileira de Teatro, a peça Oxigênio, do dramaturgo russo Ivan Viripaev, que estreou na sede do grupo, em Curitiba. Pedro Allonso escreve sobre Histórias de amor líquido, texto do dramaturgo Walter Daguerre, da Aquela Companhia, dirigido por Paulo José, em cartaz no Teatro Poeira. Daniel Schenker escreve sobre a encenação de Ana Kfouri para Senhora dos Afogados, de Nelson Rodrigues, realizada no Restaurante Albamar. Dinah Cesare escreve sobre dois espetáculos. Um deles é TransTchekov, espetáculo em que a diretora Celina Sodré, da Cia Studio Stanislavski , trabalha com um grupo de travestis e transexuais do Projeto Damas, da Prefeitura do Rio, criando uma dramaturgia que mescla textos de Anton Tchekhov com depoimentos biográficos dos integrantes do elenco. O outro é O reino do mar sem fim, do Grupo Pedras, com a direção de Adriana Schneider, que fez temporada no Teatro do Jockey. Continuação »


Novembro de 2010

A edição de novembro de 2010 da Questão de Crítica traz textos sobre espetáculos do Rio de Janeiro e de outras cidades, como São Paulo, Curitiba e Belo Horizonte, e – na seção de traduções – um texto sobre peças criadas fora do Brasil.

Na seção de críticas, Edelcio Mostaço, que esteve no Rio de Janeiro, escreve sobre a peça da Armazém Cia de Teatro, Antes da coisa toda começar que está em cartaz no CCBB; Humberto Giancristofaro faz uma análise da peça 201, de Dulce Penna de Miranda, que fez curta temporada no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto; Pedro Allonso escreve sobre a nova peça do grupo Os Fodidos Privilegiados, Comédia russa, que tem texto de Pedro Brício e está em sua segunda temporada, agora no Centro Cultural da Justiça Federal; Dinah Cesare escreve (em breve) sobre Cartas de amor – Electropoprockoperamusical, de Flavio Graff.  De Curitiba, Luciana Romagnolli escreve sobre O visitante, montagem da Ruminar Cia de Teatro para o texto de Hilda Hilst. Continuação »


Outubro de 2010

A edição de outubro de 2010 dá início a uma ampliação do olhar da Questão de Crítica, que a partir de agora se estende ao teatro infantil e infanto-juvenil. Nesta edição, damos início aos trabalhos com a crítica de Ricardo Schöpke para a peça Joaquim e as estrelas, de Renata Mizrahi, que faz temporada no Oi Futuro Ipanema.

Dinah Cesare viajou a São Paulo e escreveu sobre O primeiro dia depois de tudo, de Leo Lama, que tem co-direção de Joana Levi e está em cartaz na Sala Vitrine do Teatro Imprensa. Do Rio, fez a crítica da peça Pterodátilos, de Nicky Silver, espetáculo dirigido por Felipe Hirsch

Na seção de traduções, experimentamos uma nova possibilidade: publicamos a tradução de Paulo da Mata de uma peça curta, Striptease, da encenadora e dramaturga argentina Lola Arias – cujo espetáculo Mi vida después fez duas apresentações no artCENA e tem crítica de Daniele Avila.

Na seção de conversas, publicamos a conversa de Felipe Vidal com o Grupo XIX de Teatro, de São Paulo, e o Espanca!, de Belo Horizonte, que foi veiculada em vídeo no final de setembro na TV-Qdc. Estes dois grupos, junto com a Companhia Brasileira de Teatro, de Curitiba, estarão em Belo Horizonte a partir de 20 de outubro para o ACTO II, evento realizado pelo Espanca! que reúne os três grupos em espetáculos, encontros e oficinas. A Questão de Crítica acompanha o evento a convite da organização. A crítica de Congresso Internacional do Medo, peça que abre o evento, é de Daniele Avila.

No Rio de Janeiro, o artCENA.festival.em.criação realiza encontros entre artistas e abre processos de criação ao público. Teatro, dança e perfomance estão juntos neste festival, que se afasta do paradigma de apresentação de espetáculos e aborda as artes cênicas na sua multiplicidade. Como críticos, nos sentimos provocados a problematizar nosso olhar e a escrever sobre algumas apresentações/encontros do festival – ou, pelo menos, a estar presente nessas conversas e ouvir o que artistas, curadores e espectadores têm a dizer sobre os trabalhos em questão. Dinah Cesare tece alguns comentários sobre Heterotopias – Habitação Rio no artigo intitulado Número zero – o cansaço em performance e faz a crítica de .1, da Cia. Teatro Autônomo, em Para além da pureza de sentido do pensamento.


Setembro de 2010

A edição de setembro de 2010 traz críticas de alguns espetáculos apresentados e/ou produzidos fora do Rio de Janeiro. Entre eles, estão Cardápio de soluções indigestas, do site Teatro para Alguém, de São Paulo, analisado por Tales Frey; e Marcha para Zenturo, espetáculo criado pelo Grupo XIX de Teatro, de São Paulo e pela Cia. Espanca!, de Belo Horizonte, que tem crítica de Dâmaris Grün. Ainda sobre Marcha para Zenturo, Felipe Vidal conversa com os dois grupos, no vídeo publicado na TV-QdC. Em breve, a transcrição da conversa será publicada na Questão de Crítica.

Do festival Porto Alegre em Cena, Daniel Schenker escreve sobre Dias Felizes, peça de Samuel Beckett encenada por Bob Wilson. Luciana Romagnolli, de Curitiba, escreve sobre o espetáculo É só uma formalidade, do grupo Quatroloscinco, de Minas Gerais . Continuação »


Agosto de 2010

A edição de agosto de 2010 traz críticas de duas peças cariocas: Pedro Allonso escreve sobre Guy de Maupassant, em cartaz no Solar de Botafogo, e Dinah Cesare analisa Os Inocentes, que fez sua primeira temporada no SESC Copacabana e depois seguiu em cartaz no Gláucio Gill.

Ainda na seção de críticas, Daniel Schenker escreve sobre Psicose 4h48, montagem de Marcos Damaceno do texto de Sarah Kane, espetáculo de Curitiba que esteve em cartaz na Caixa Cultural; e Dâmaris Grün escreve sobre A mulher que ri, espetáculo de São Paulo, dirigido por Yara de Novaes, que fez parte da programação do FESTLIP – Festival de Teatro da Língua Portuguesa.

A seção de processos traz um artigo de Sueli Araujo, diretora da CiaSenhas de Teatro, de Curitiba, sobre a criação de Homem Piano – uma instalação para a memória, espetáculo que foi analisado por Luciana Romagnolli na edição de julho.

Na seção de estudos, Raphael Cassou escreve sobre a transposição do texto literário para a cena a partir de um espetáculo encenado por Christianne Jatahy em 2003, Memorial do Convento, adaptado do romance de José Saramago.

Colaboraram nesta edição: Dâmaris Grün, Daniel Schenker, Daniele Avila, Dinah Cesare , Pedro Allonso, Raphael Cassou e Sueli Araujo.


Julho de 2010

A edição de julho de 2010 traz dois artigos na seção de estudos: um estudo de Daniela Amorim sobre o espaço em Na solidão dos campos de algodão e outras peças de Bernard-Marie Koltès; e um texto de Pedro Allonso sobre os espetáculos de Bia Lessa realizados no CCBB nos aons 90.

Na seção de críticas, Luciana Romagnolli escreve sobre o espetáculo da Cia Senhas de Teatro, de Curitiba, Homem Piano – uma instalação para a memória; Dinah Cesare faz uma análise do espetáculo Merci, solo de Ana Barroso dirigido por Moacir Chaves; e Daniel Schenker escreve sobre Devassa, espetáculo da Cia dos Atores dirigido por Nehle Franke, a partir de A caixa de Pandora de Frank Wedekind. Continuação »


Junho de 2010

A edição de junho de 2010 da Questão de Crítica traz uma reflexão sobre a perfomance, no artigo de Flavio Graff sobre Site Specific for Love, em que se discute o estatuto da imagem, seu caráter transitório ou permanente. Para isso, o autor recorre a exemplos das artes visuais, situando a performance nesse contexto. No entanto, a performance é também uma questão para as artes cênicas (para o teatro, assim como para a dança).

É nesse lugar de interseções que se encontra também o espetáculo Otro, do Coletivo Improviso, que nesta edição é analisado por Jackie Fletcher, do The British Theatre Guide, com tradução de Daniele Avila. A crítica foi feita a partir da apresentação do grupo no Kunstenfestivaldesarts, no mês passado.

Em outra direção, publicamos também a crítica de Savana Glacial, um espetáculo de teatro que parece ter uma proposta mais tradicional, atualmente em cartaz no Teatro Maria Clara Machado.

Na seção de processos, espaço voltado para a experimentação da escrita dos artistas sobre os seus trabalhos, publicamos um artigo de Ana Ferreira, da ACRUEL Companhia, de Curitiba, sobre o processo de criação de Espaço Outro, espetáculo realizado recentemente numa caixa de acrílico num espaço público da capital paranaense.


Maio de 2010

A edição de maio de 2010 reflete o desejo da Questão de Crítica de olhar para mais espetáculos de fora do Rio de Janeiro.

Neste mês, publicamos três textos sobre a cena teatral de Curitiba, aqui representada por duas importantes companhias da cidade, a Cia Vigor Mortis e a Cia Brasileira de Teatro, e pela crítica de teatro Luciana Romagnolli. Da Cia Vigor Mortis, a peça Manson Superstar, que tem direção de Paulo Biscaia Filho é analisada por Raphael Cassou, que assistiu o espetáculo no Festival de Curitiba. O espetáculo Vida, da Cia Brasileira de Teatro, dirigido por Marcio Abreu, é analisado por Luciana Romagnolli, que assistiu a montagem em Curitiba, e por Daniele Avila, que viu o espetáculo no Rio de Janeiro e escreve a partir de uma aproximação com a peça Otro, do Coletivo Improviso, dirigida por Enrique Diaz e Cristina Moura. Publicamos também uma crítica de Dinah Cesare sobre Otro, que esteve em cartaz no Espaço Cultural Sergio Porto, na programação do Projeto Entre.

De São Paulo, Valmir Santos faz a crítica de Policarpo Quaresma, espetáculo em que Antunes Filho faz sua leitura do romance de Lima Barreto.


Editorial de abril de 2010

A edição de abril da Questão de Crítica traz críticas de duas peças, uma em cartaz no Rio de Janeiro, outra apresentada em Curitiba. Do Rio, Daniel Schenker escreve sobre As pontes de Madison, que está em cartaz no Teatro dos Quatro. De Curitiba, publicamos uma crítica da peça Nervo Craniano Zero, da Cia. Vigor Mortis, por Raphael Cassou, colaborador carioca em visita à cidade. Continuação »