Conversas

O palco como travessia

10 de junho de 2008 Conversas

Conversa publicada no jornal Tribuna da Imprensa no dia 24 de maio de 2008.

Apesar de considerar concluída a sua pesquisa sobre o trabalho vocal do ator, Antunes Filho continua um encenador inquieto. Em determinado momento da sua carreira, Antunes Filho deu uma guinada – mais exatamente quando dirigiu “Macunaíma”, a partir da obra de Mario de Andrade, com o Grupo Pau-Brasil.A partir daí, Antunes se afastou do chamado teatro de mercado para se dedicar ao aperfeiçoamento de um método de trabalho para o ator, que vem sendo desenvolvido ao longo dos anos no Centro de Pesquisa Teatral (CPT).

Conversa com José Celso Martinez Corrêa e Marcelo Drummond

10 de maio de 2008 Conversas

A conversa foi realizada no dia 05 de maio de 2008, em São Paulo, com Zé Celso e Marcelo Drummond, com a colaboração de Rafaela Wrigg.

FELIPE VIDAL – Bom, como o assunto central da revista é a crítica, eu queria saber: como vocês enxergam o papel da crítica hoje em dia? Há algum diálogo efetivo? O Nelson de Sá, por exemplo, participou com vocês dois na dramaturgia/tradução do Ham-Let e na época escrevia críticas. Como funciona esse tripé: artista – público – crítica?

Conversa com Sidnei Cruz

8 de abril de 2008 Conversas

Cumprindo sua primeira temporada na Rua do Mercado, Rio de Janeiro, o espetáculo “Onde você estava quando eu acordei?”, de Sidnei Cruz, foi inicialmente inspirado pelo clássico feminista, SCUM Manifesto, de Valerie Solanas. Em cena somente duas atrizes: Cristina Flores e Márcia do Valle. Na conversa transcrita a seguir, Cruz traça o seu processo como autor e diretor do espetáculo. Como assistente de direção do mesmo espetáculo, eu faço uso do acompanhamento do processo para questioná-lo sobre: a simultaneidade da configuração textual e cênica, a relação do diretor com o seu texto, a espacialidade, a recepção, entre outras coisas.

Conversa com Marcio Abreu

8 de abril de 2008 Conversas

A Companhia Brasileira de Teatro, de Curitiba está em processo de construção de seu próximo trabalho, Deserto, com direção de Marcio Abreu e dramaturgia final de Bianca Ramoneda e Marcio Abreu. Foram para uma fazenda, próxima a Curitiba, onde vai funcionar uma extensão do Ateliê de Criação Teatral – ACT (projeto capitaneado por Luís Melo), e lá ficaram por seis semanas, preparando algumas cenas que foram mostradas no Festival de Curitiba de 2008.

A pesquisa dramatúrgica do grupo vem seguindo dois caminhos principais: um, o de encenar textos prévios de uma dramaturgia escrita depois dos anos 90; e outro, o do processo colaborativo de construção dramatúrgica. Eles já trouxeram a maioria de seus espetáculos para o Rio, o primeiro foi Volta ao dia (em 2003). Em seguida, eles estiveram aqui com duas peças: em 2005, com Suíte 1 de Philippe Minyana, e no ano passado com a montagem de Apenas o Fim do Mundo, escrita por Jean-Luc Lagarce em 1990.

VemVai – O Caminho dos Mortos

20 de março de 2008 Conversas
Foto: divulgação.

Esta conversa foi realizada no dia 1º de março de 2008, durante a breve passagem da Cia Livre pelo Rio de Janeiro. A diretora Cibele Forjaz conta a trajetória da montagem do VemVai, fazendo um relato importante sobre o período de pesquisas do grupo e explicitando como isto se deu na prática, como a pesquisa e a cena estão intrinsecamente conectadas. Num segundo momento, os integrantes da Cia Livre falam sobre o lugar do VemVai na trajetória do grupo, seus pontos em comum com os outros espetáculos e suas características particulares. Falamos ainda sobre a relação da peça com o público carioca e com um público mais específico, a crítica.

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Questão de Crítica

A Questão de Crítica – Revista eletrônica de críticas e estudos teatrais – foi lançada no Rio de Janeiro em março de 2008 como um espaço de reflexão sobre as artes cênicas que tem por objetivo colocar em prática o exercício da crítica. Atualmente com quatro edições por ano, a Questão de Crítica se apresenta como um mecanismo de fomento à discussão teórica sobre teatro e como um lugar de intercâmbio entre artistas e espectadores, proporcionando uma convivência de ideias num espaço de livre acesso.

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