Vol. VI, nº 56, junho de 2013

25 de junho de 2013 Editoriais

Na edição de junho de 2013 da Questão de Crítica, publicamos críticas de peças de diversos pontos do Brasil, bem como algumas críticas de peças do Rio de Janeiro.

Damos continuidade à analise de peças que participaram do Festival Palco Giratório, realizado principalmente no teatro do Espaço Cultural Escola Sesc. Mariana Barcelos e Renan Ji escrevem sobre O miolo da estória, da Santa Ignorância Cia das Artes, do Maranhão. Raphael Cassou escreve sobre o espetáculo infantil Simbá, o Marujo, da Trupe de Truões, de Minas Gerais e sobre A pereira da Tia Miséria, do grupo Ás de Paus, do Paraná.

Da produção carioca, Dinah Cesare escreve sobre Jumbo – eu visito a tua ausência, do grupo O baú da baronesa, que esteve em cartaz na sede da Cia dos Atores. Daniel Schenker escreve sobre Tudo sobre minha avó, criação mais recente do Grupo Garimpo, uma peça realizada num apartamento. Patrick Pessoa escreve sobre Vermelho, texto de John Logan encenado por Jorge Takla com Antonio Fagundes, espetáculo que esteve em cartaz no Teatro do Sesi, no Rio.

Na seção de estudos, publicamos um texto em espanhol, o que sinaliza o nosso desejo de diminuir a distância dos nossos vizinhos, países da América Latina com os quais temos pouquíssimo contato. No texto, que nos foi apresentado por Fátima Saadi, a dramaturgista, pesquisadora e crítica de teatro chilena Soledad Lagos escreve brevemente sobre a função do dramaturgista.

Colaboraram nesta edição:

Daniel Schenker, Dinah Cesare, Mariana Barcelos, Patrick Pessoa, Raphael Cassou, Renan Ji, Soledad Lagos Rivera.

Editora:

Daniele Avila Small.

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Questão de Crítica

A Questão de Crítica – Revista eletrônica de críticas e estudos teatrais – foi lançada no Rio de Janeiro em março de 2008 como um espaço de reflexão sobre as artes cênicas que tem por objetivo colocar em prática o exercício da crítica. Atualmente com quatro edições por ano, a Questão de Crítica se apresenta como um mecanismo de fomento à discussão teórica sobre teatro e como um lugar de intercâmbio entre artistas e espectadores, proporcionando uma convivência de ideias num espaço de livre acesso.

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