Vol. I, nº 5, julho de 2008

25 de julho de 2008 Editoriais

A edição de julho de 2008 da revista Questão de Crítica traz textos sobre Fragments, espetáculo de Peter Brook com peças curtas de Samuel Beckett que fez quatro apresentações no Rio de Janeiro no final de junho. Além das nossas críticas, publicaremos traduções de duas críticas para essa peça: a de Jacqueline Fletcher, do The British Theater Guide, traduzida do inglês por Marcio Freitas, e a de Jean-Pierre Thibaudat, do site Rue 89, traduzida do francês por Felipe Vidal. Assim, apresentamos três olhares possivelmente distintos – um francês, um inglês e um brasileiro – sobre o mesmo trabalho, o que se alinha ao nosso desejo de ter uma pluralidade de pontos de vista e nos permite dar continuidade à nossa proposta de pesquisar a escrita de crítica também através da tradução.

A edição de julho ainda traz uma crítica da peça A invenção de Morel, dirigida por Moacir Chaves, que conclui temporada no CCBB e entra no repertório do Teatro Maria Clara Machado. Na seção de estudos, publicamos um artigo sobre o romance de Adolfo Bioy Casares que deu origem à peça, além do texto A prática do dramaturg de Fátima Saadi, publicado originalmente na revista Folhetim Teatro do Pequeno Gesto.

Publicaremos, ao longo do mês, críticas de outras peças, como Realidade virtual de Alan Arkin, em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal, e O que eu gostaria de dizer, realização da Companhia Brasileira de Teatro, que está em cartaz no Espaço SESC (sobre o processo de criação desse espetáculo, publicamos na edição de março uma conversa com o diretor Marcio Abreu).

Colaboraram nesta edição:

Daniele Avila, Fátima Saadi, Felipe Vidal e Marcio Freitas.

Editores:

Daniele Avila Small, Dinah Cesare e Marcio Freitas.

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Questão de Crítica

A Questão de Crítica – Revista eletrônica de críticas e estudos teatrais – foi lançada no Rio de Janeiro em março de 2008 como um espaço de reflexão sobre as artes cênicas que tem por objetivo colocar em prática o exercício da crítica. Atualmente com quatro edições por ano, a Questão de Crítica se apresenta como um mecanismo de fomento à discussão teórica sobre teatro e como um lugar de intercâmbio entre artistas e espectadores, proporcionando uma convivência de ideias num espaço de livre acesso.

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