Vol. IV, nº 36, setembro de 2011

30 de setembro de 2011 Editoriais

Na edição de setembro de 2011, publicamos críticas de peças do Rio de Janeiro e de São Paulo, além de estendermos o olhar para o Porto Alegre em Cena.

Da produção paulista, Humberto Giancristofaro faz Crítica de Ópera dos vivos, que fez temporada no CCBB do Rio do ano passado mas agora está em cartaz em São Paulo, e Dâmaris Grün escreve sobre Inverno da luz vermelha, peça de Adma Rapp encenada por Monique Gardenberg, que faz sua segunda temporada no Rio no Teatro Fashion Mall. Daniel Schenker escreve sobre o espetáculo de Bob Wilson, em que o encenador está em cena em A última gravação de Krapp, de Samuel Beckett, assistida no Porto Alegre em Cena.

Com relação à produção carioca, reunimos críticas de montagens de textos inéditos de autores nacionais. Pedro Allonso escreve sobre Trabalhos de amores quase perdidos, de Pedro Brício, encenado pelo autor, que fez temporada no Espaço Cultural Sérgio Porto e está em cartaz no Teatro Gláucio Gill. Raphael Cassou escreve sobre Senhora Solidão, escrito e dirigido por Leandro Muniz, em cartaz no Teatro Maria Clara Machado. Mariana Barcelos faz a crítica de Inbox, texto de Gregório Duvivier e Clarice Falcão em montagem dirigida por Bel Garcia em cartaz no Centro Cultural Justiça Federal.

Para além desse circuito, Dinah Cesare escreve sobre Teatro dos ouvidos, performance de Angela Leita Lopes sobre o texto de Valère Novarina, com direção de Antonio Guedes, realizada na galeria do Sérgio Porto.

Aproveitamos a ocasião para recomendar a visita ao site do projeto @dramaturgia, antologia de novas escritas cênicas, que disponibiliza peças e outros textos de diversos autores da atualidade no Brasil: http://www.novasdramaturgias.com/

Colaboraram nesta edição:

Dâmaris Grün, Daniel Schenker, Dinah Cesare, Humberto Giancristofaro, Mariana Barcelos, Pedro Allonso, Raphael Cassou.

Editora:

Daniele Avila Small.

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A Questão de Crítica – Revista eletrônica de críticas e estudos teatrais – foi lançada no Rio de Janeiro em março de 2008 como um espaço de reflexão sobre as artes cênicas que tem por objetivo colocar em prática o exercício da crítica. Atualmente com quatro edições por ano, a Questão de Crítica se apresenta como um mecanismo de fomento à discussão teórica sobre teatro e como um lugar de intercâmbio entre artistas e espectadores, proporcionando uma convivência de ideias num espaço de livre acesso.

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