Vol. IV, nº 32, maio de 2011

30 de maio de 2011 Editoriais

A edição de maio de 2011 da Questão de Crítica está concentrada na seção de críticas. Além da conversa, realizada por Humberto Giancristofaro, com o grupo Foguetes Maravilha – que está com seu repertório em cartaz no Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto até o fim do mês – todos os outros textos são sobre espetáculos em cartaz na cidade do Rio de Janeiro. Três destes espetáculos são produções de outras cidades.

Memória da cana, que tem crítica de Daniele Avila Small, é um espetáculo da companhia paulistana Os Fofos Encenam com direção e adaptação de Newton Moreno. A partir do texto de Álbum de família, de Nelson Rodrigues, o grupo situa a peça numa casa de engenho pernambucana e fica em cartaz no CCBB até 5 de junho. Também de São Paulo, a peça Hell, que é analisada por Daniel Schenker, está em cartaz no Teatro dos Quatro, no Shopping da Gávea até final de julho. Trata-se de uma montagem do livro Hell Paris 75016, de Lolita Pille, dirigida por Hector Babenco. Oxigênio, que tem crítica de Humberto Giancristofaro, é uma montagem da Companhia Brasileira de Teatro, de Curitiba, do autor russo Ivan Viripaev, com direção de Marcio Abreu. A peça fica em cartaz até 29 de maio na Sala Multiuso do SESC.

Mariana Barcelos escreve sobre A estupidez, montagem da companhia Os Dezequilibrados, dirigida por Ivan Sugahara, do texto do dramaturgo argentino Rafael Spregelburd, em cartaz no CCBB. Dinah Cesare escreve sobre Ninguém falou que seria fácil, do Foguetes Maravilha, texto de Felipe Rocha dirigido por ele e por Alex Cassal, em cartaz no Sérgio Porto. As duas peças podem ser assistidas até o final do mês.

Pedro Allonso escreve sobre Solano e Rios, texto do espanhol José Sanchis Sinisterra dirigido por Alexandre Mello, que ficou em cartaz no SESC. Dâmaris Grün escreve sobre R&J de Shakespeare, adaptação de Joe Calarco para Romeu e Julieta, que tem direção de João Fonseca e fez três temporadas no Rio. Essas peças não estão mais em cartaz por aqui, mas vão se apresentar em outras cidades.

O mês de maio também trouxe o lançamento do Vol.III do idança.txt, que publica textos sobre teatro, dança e performance na contemporaneidade. Entre os textos sobre teatro, o Vol. III tem textos de Valmir Santos e Rabih Mroué. O idança.txt é uma publicação do idança.net que conta com a parceria da Questão de Crítica.

Colaboraram nesta edição:

Dâmaris Grün, Daniel Schenker, Daniele Avila Small, Dinah Cesare, Humberto Giancristofaro, Mariana Barcelos, Pedro Allonso.

Editora:

Daniele Avila Small.

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A Questão de Crítica – Revista eletrônica de críticas e estudos teatrais – foi lançada no Rio de Janeiro em março de 2008 como um espaço de reflexão sobre as artes cênicas que tem por objetivo colocar em prática o exercício da crítica. Atualmente com quatro edições por ano, a Questão de Crítica se apresenta como um mecanismo de fomento à discussão teórica sobre teatro e como um lugar de intercâmbio entre artistas e espectadores, proporcionando uma convivência de ideias num espaço de livre acesso.

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